Lindos chaveirinhos!
sábado, 22 de novembro de 2014
domingo, 16 de novembro de 2014
Na busca do autotriunfo, por Conrado Matos Psicanalista
NA BUSCA DO AUTOTRIUNFO
Por Conrado Matos –
Psicanalista
Artigo publicado no
Jornal A Tarde/Coluna de Religião.
O bem é uma atitude
humana em prol do harmonioso trabalho coletivo do homem, em busca da
felicidade. É o bem, o dom da gentileza e da paciência que todos nós precisamos
ter, nos momentos difíceis e turbulentos da nossa vida. O bem, limpa a mente,
cuida, zela e conserva. O bem transforma a alma, areando os nossos pensamentos
foscos ou embaciados, tornando-os faróis luminosos em busca da paz e do autoconhecimento.
O bem é tolerante e apaziguador, enquanto o mal é rigoroso e severo.
A consciência do mal é
autoritária; a consciência do bem é libertadora.
O bem multiplica às
vitórias saudáveis do homem abençoado, enquanto o mal transforma às vitórias em
vaidade, arrogância e guerra. O bem é um transformador de empatia, companheiro
e consolador verdadeiro; diferente do egoísmo que consola na gratidão da
malícia. O bem não é egoísta, é solidário e compreensivo.
É com o bem que
encontramos amigos sinceros e companheiros leais, embora, alguns já atolados no
pessimismo da amargura e do ódio, descrentes, continuam na possibilidade da
existência do bem, que é fraterno e amoroso.
Jesus pregou o Bem para
todos nós, levantou almas caídas, angustiadas e sem chance de vida, e com todo
Amor de Deus, o Mestre penetrou no coração do homem irado e perseguidor. Paulo
foi um deles, que ora resgata o bem.
O bem é maravilhoso; é a
esperança do homem bem intencionado, e também o socorro do homem perverso, em
busca de regeneração e retificação. O bem é a união familiar e universal. O bem
é luz geradora de amor; é o passe que elimina a dor, a obsessão, a insegurança
e o medo. O bem aproxima o Espírito que orienta, guia e ilumina.
O bem, aceita o choro do
derrotado, a ira do rejeitado, e como amortecedor da paz, o bem devolve o amor
ao angustiado. O bem é eterno e imortal. O bem é a flor que nasce do Amor, que,
bem regada, espalha perfume em todo jardim da eternidade e da bondade.
Às vezes falamos muito
dos outros, das suas virtudes, dos seus defeitos e das suas causas.
Olhando mais para dentro
de nós, fazemos a comunicação interior, e pelo mergulho profundo da nossa
subjetividade, retificamos a nossa postura, os paradigmas sombrosos e
tradicionais, que nos cegam diante da realidade.
Falar é fácil, mudar é
difícil.
Como disse Freud:
“Governar, psicanalisar e educar, são tarefas difíceis”, (Conferências
Introdutórias Sobre Psicanálise, 1916-1917-Imago), mas com a arte do amor, da
receptividade positiva, do bom relacionamento e da paciência, nada pode impedir
o resgate de uma base edificante.
Quando aprendemos com o
erro, lidamos melhor com o outro, e ouvimos com coerência, apoiando ou não
apoiando, porém, flexíveis com nossas opiniões para não tornarmos arrogantes.
É difícil para alguns
utilizar a arte da escuta e da empatia, principalmente quando se trata de um
assunto novo, ou quando se trata de uma mensagem nova de alguém; ou uma nova
atitude, separação e mudanças.
A humanidade, entre
aspas, em algumas pessoas, existe a síndrome de não saber ouvir, ou não aceitar
o discurso novo do outro. Essas pessoas, por qualquer tipo de fobia,
insegurança ou falta de autoestima elevada, em virtude da sua ancestralidade
influente, se tornam resistente diante da chegada do novo assunto, conteúdo, desafio,
ou um fato.
É ridículo sabermos que
alguém tão importante venha viver tão aterrorizado e magoado, sofrendo de uma
neofobia ou inveja, mesmo, talvez, com seu espaço já garantido. Será que é um
mal de todos nós? Ou de alguns? O fato é que não devemos desistir dos desafios
perante as críticas.
É comum nas pessoas com
baixa autoestima, o sintoma da neofobia e da inveja, viver desfazendo dos
outros, falando o que não deve, com exageradas idéias bizarras em relação ao
pensamento de alguém, no sentido de querer menosprezar, rebaixar, ou dificultar
o espaço de outrem, como forma de querer deter tudo para si, como condições de
querer aparecer mais, sentindo-se o dono do saber.
Quanto mais essas
pessoas são inseguras, mais autoritárias elas são.
Os autoritários são
inocentes, porque foram educados para sofrer, ou agredir os outros. São
inflexíveis, e não sabem agir com sabedoria interior.
São os autoritários,
pessoas rígidas, e vivem na defensiva, por causa do pânico ou do medo de perder
seu próprio espaço, o poder, a vaidade e o orgulho.
Notadas vezes, somos
afetados por companheiros que compartilhamos ideias e teorias – coisas da vida
terrena, embora, ainda exista alguém que queira ser detentor de tudo, um líder
autoritário e sem moderação.
Assim, segues sozinho,
e, em ti, faças a tua própria morada. Por enquanto!... Esperas pelo Bem!
Conrado
Matos, Psicanalista, Licenciado em Filosofia, Bacharel em Teologia e Escritor.
E-mail: psicanaliseconrado@hotmail.com,
ou Tels (71) 9910-6845/8717-3210/ 8103-9431.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Memória a Xavier Marques - por Conrado Matos
ROMANCE
O FEITICEIRO: MEMÓRIA A XAVIER MARQUES
Por
Conrado Matos – Psicanalista e Diretor da Associação Lítero-Musical Amigos do
Escritor Xavier Marques.
Em memória ao escritor
Xavier Marques, que falecera no mês de outubro de 1942, vou citar uma frase que
não é minha, mas, do sergipano Jackson Figueredo, que diz o seguinte: “Xavier
Marques merecerá o amor de todo o povo brasileiro. Na proporção em que for
crescendo a nossa consciência nacional; tê-lo-á todo. Quando levar-nos. Não só
à pompa dos programas, mas as escolas, o culto do nosso passado. (...) Quando
os nossos homens públicos se derem a esta obra com menos frases e mais
seriedade, os livros de Xavier Marques, como os de um Alencar ou Afonso Celso,
irão parar às mãos da infância e educá-la para a formação da alma brasileira”.
O
Feiticeiro foi um grandioso romance de Xavier Marques, que sofreu nova
roupagem. Tudo começou com a obra, Boto e CIA de 1897, que volta a ser
reproduzido em 1922, com um novo nome, O Feiticeiro, que reaparece como uma
obra alegre e de uma bela jovialidade, sem brutalidade, sem plebeia e sem delírios.
O Feiticeiro representa a nossa real Bahia, o modo de ser dos baianos, seus
hábitos e costumes.
Francisco Xavier Ferreira
Marques nasceu na Ilha de Itaparica, em 03 de dezembro de 1861, e morreu em 30
de outubro de 1942. Nesse mesmo ano de 1942, ano da sua morte, nasceu seu neto,
o músico Celso Xavier Marques, que está vivo residindo aqui em Salvador. Celso
Xavier Marques é um músico excelente e uma pessoa muito simples. Puxou ao seu
avô que costumava ouvir a Banda do Exército Brasileiro tocar em datas
comemorativas.
Xavier Marques foi Membro da
Academia Brasileira de Letras, ocupando a Cadeira de nº 28, assim como foi
Membro-Fundador da Academia de Letras da Bahia, ocupando a cadeira de nº 33,
que atualmente é ocupada pela Ialorixá Mãe Stella. Francisco Xavier Ferreira
Marques foi também Deputado Federal e Jornalista, sendo articulista de diversos
jornais.
Para finalizar meu artigo,
transcrevo aqui o Hino “Tributo a Xavier Marques”, de autoria do seu próprio
neto, o meu amigo, e grande compositor baiano, o Maestro Celso Xavier Marques.
Vejam a letra: “Xavier Marques, Meu velho escritor/ Itaparica/ Baiano ilustre
vulto de valor/ Xavier Marques, feitos marcantes/ A memorizar Simples histórias/
Gênio literato a relembrar/ A cidade encantada/ A arte de escrever/ As voltas
da Estrada/ Iremos percorrer Xavier Marques. Jana e Joel Simboliza um grande
amor/ Autodidata/ obra prima/ O mar lhe inspirou poeta/Romancista/ Estilista/
Academia preservou/ do jornalismo às Letras/ Sua vida dedicou../ O Feiticeiro,
Holocausto/ Os Praieiros Mar Azul!!! A Boa Madrasta/ Maria Rosa/ O Arpoador/ O
Sargento Pedro... Insulares Terras Mortas, Pindorama/ Terra das palmeiras Deus
Criou, (Deus Criou) Tão sublime, a sua pena magistral/ Fez Xavier Marques, Imortal.
Conrado
Matos é Psicanalista, Licenciado em Filosofia e Bacharel em Teologia.
Pós-graduado em Teoria Psicanalítica. Ex-diretor executivo do Cepa Círculo de
estudo, Pensamento e Ação.
domingo, 26 de outubro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpg)


