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terça-feira, 29 de setembro de 2015
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Foco é na Ação: Artigo por Conrado Matos psicanalista
O FOCO É NA AÇÃO
Recordei-me
do passado, revivi ingratidões, decepções e perdas. Lembrei, depois, que neste
presente, estou grato por esse passado, e continuo me amando. Quanto ao futuro,
estou só esperando no que vai dar. Qual a roupa que vou vestir depois.
Lembrei
da minha infância, do meu aviãozinho de papel que lançava para alto para vê-lo
voar. Meu aviãozinho subia e caia. Seus motores ainda estavam sendo testados,
experiências e sentimentos também. Um dia o meu aviãozinho subiu de vez e não
caiu. Consegui, dessa vez, experimentar os meus potenciais plenamente, atitudes
de autoafirmação e autocriatividade. Com essa história do aviãozinho comecei a
entender que ás vezes todos nós subimos e caímos. Mas, quando a nossa
autoconfiança é bem desenvolvida, nós estamos preparados para uma possível
queda, e mesmo, com uma das nossas asas quebradas, nós seguiremos enfrente para
uma nova batalha. Ninguém é incapaz, quando acredita na sua autoestima; de que
tem a competência de superar o novo.
O
foco na ação é importante. As estratégias podem reverter o mau hábito. Têm
pessoas que buscam viver em zona de conforto. Se aborrecem, resmungam, e
transformam tudo isso numa morrinha. Não saem do mesmo lugar, não se locomovem,
não são moveis, e vivem se queixando que não conseguem atingir metas.
Para
sair de uma morrinha é preciso de automotivação, e se afastar dos maus hábitos.
Temos que nos habituar as coisas novas. Buscar por coisas diferentes. A atitude
de autocriativade pode nos remover desse campo destrutivo. A estratégia ajuda a
vencer os obstáculos.
Pensei
agora, sobre as pipocas que pulam quando estão no fogo, e lembrei que têm
alguns milhos que não conseguem pular na panela com tanto fogo. Esses grãos de
milhos não querem ser pipocas. Preferem ser restos, e são jogados fora.
Têm
pessoas que preferem ser como esses milhos duros, que não desabrocham como
pipoca, são acomodadas, e não pulam para cima, para o lado e nem para frente.
São pessoas que agem como esses milhos inúteis, que não querem virar pipocas.
O
vencedor que quer ser realmente um vencedor, deve começar vencendo a si mesmo,
conquistando a si mesmo. A maior vitória é de você mesmo em si mesmo, o título
é a partir de si mesmo. O seu troféu tem que vir de você mesmo para si mesmo.
Seu sucesso começa a partir de si mesmo; sucesso interior. Um vencedor se vence
nele todo e nele mesmo. Se enche nele mesmo, e goza o êxtase dentro dele. O
sucesso começa em seu interior. Pense nisso!
Conrado
Matos é Psicanalista com Consultório em Salvador (BA). Licenciado em Filosofia
e Bacharel em Teologia. Pós-graduado em Teoria Psicanalítica. E-mail:
psicanaliseconrado@hotmail.com
sábado, 22 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Autoestima: artigo por Conrado Matos -psicanalista
Texto de Conrado Matos - Psicanalista
Algumas pessoas costumam reprovar na vida diária a sua autoestima. Não se sentem adequadas e se acham incompetentes. Acham que não merecem brilhar, são apaixonadas pelo passado (Saudosistas), não costumam desafiar o presente e têm muito medo do futuro, se achando inapropriadas para encarar a velhice.
Geralmente, essas pessoas têm o mau hábito de
reprovarem a sua autoestima, se acham sem luz, e são desmotivadas. Quando
alguém se encontra do seu lado buscando por crescimento, a pessoa de autoestima
baixa tem mania de opinar com críticas e com atitudes negativas, para que essa
pessoa não siga em frente. Por isso que, como psicanalista, tenho percebido que
pessoas com baixa autoestima são invejosas, não pensam em crescer e tentam a
todo custo interferir negativamente na vida alheia.
Eu tenho uma visão diferente sobre autoestima. Diferente
dessas informações que surgem nesses programas de televisão, nos horários da
manhã. Para mim a autoestima é um valor que você desenvolve a partir de si
mesmo, como amor próprio, automotivação e ideias próprias. Quando falam que a
autoestima fica elevada no apego a certas muletas, cosméticos, roupas e outras
coisas mais, isso não me cheira bem. É mais sofismo, marketing, mercado
consumista e outras coisas supersticiosas que existem por aí. As coisas de fora
são boas para satisfação pessoal, porém, o que vale mais é o que está dentro de
você, como potencial. Uma roupa bonita, um cosmético, nem sempre é tudo para
qualificar a autoestima de uma pessoa. Às vezes a pessoa está tão bonita por
fora, e se encontra com a autoestima baixa, com o eu mutilado por dentro. É
preciso rever o conceito ideal de autoestima, e se conscientizar que o que você
tem de potencial dentro de você é verdadeiro, e o que está fora é falho.
Para evitar viver reprovando a nossa autoestima,
precisamos seguir algumas atitudes que venham a nos inquietar positivamente:
não ter medo de correr certos riscos, ser planejado, organizado e ter domínio
no que faz. Outra atitude importante é viver sempre automotivado, ter sempre
luz própria, para não viver precisando e vampirizando a luz dos outros. Fique
certo de que você é quem deve se iluminar. Ninguém vai estar pronto a dá a sua
luz de mão-beijada. Você tem que ter luz, e o farol do seu caminho e da sua
direção é você mesmo. A autoestima não é vendida, e sim, conquistada.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
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